SP 458

Gente de todo o tipo
e sem tipo
De acordo com a vida
em desacordo com o tempo
ou em acordo/desacordo
com tudo e com nada

Gente por todo lugar
carregando as malas, a pressa
e o que podem...

Dyce-Poesias

 

 



Escrito por Dyce às 07h59
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458º Aniversário de São Paulo/SP em 25 de Janeiro de 2012 -

"O Beco do Pinto, conhecido também como Beco do Colégio, era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais,

ligando o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. Atualmente, juntamente com a Casa da Imagem e o Solar da Marquesa de Santos,

constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural.

Seu nome relaciona-se ao sobrenome do proprietário da casa ao lado do logradouro, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme,

e às suas desavenças com os vizinhos e a Municipalidade por ter fechado o acesso ao Beco em 1821."

Fonte: www.museudacidade.sp.gov.br/becodopinto.php

 



Escrito por Dyce às 10h32
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Chegamos ao final de mais um ano.
Sonhamos
Andamos com leveza
Pisamos com firmeza
Navegamos...

E assim é a vida com Poesia!

Que você possa escolher o seu caminho e

 que ele seja sempre iluminado!

FELIZ 2012 queridos amigos!!!

 Valdyce

 



Escrito por Dyce às 12h45
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Recolhimento de Impostos no Brasil - de 02 de janeiro a 16 de dezembro de 2011.

1 trilhão, quatrocentos e catorze bilhões, quinhentos e setenta e quatro milhões,

seiscentos e quatro mil, novecentos e setenta e oito reais e dezenove centavos, 

recolhidos em impostos nesse Brasil para "TODOS".
Mas...onde está o dinheiro?

Dyce-Poesias

 



Escrito por Dyce às 12h40
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Tapete de Flores

           por Valdyce Ribeiro

Miúdas flores
adornam o caminho
a encher o coração
e os olhos
de cores...



Escrito por Dyce às 10h24
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 Concreta Poesia

        por Valdyce Ribeiro

 No concreto

da rua       

a hora concreta

concretiza

a poesia...



Escrito por Dyce às 09h24
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http://www.museulinguaportuguesa.org.br/exposicoes.php

Que ninguém se iluda!

Se a pessoa não tem dinheiro, nesse Brasil para "TODOS", não há saúde digna, educação e cultura de qualidade.
A Poesia não necessita de dinheiro, não se curva,  mas sem dinheiro não há como publicar livros... 
Dyce-Poesias

 



Escrito por Dyce às 22h00
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 http://www.museulinguaportuguesa.org.br



Escrito por Dyce às 11h59
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ENGRENAGEM

                 por Valdyce Ribeiro

(...) Preciso de uma máquina
para decifrar todos os códigos
e enigmas
Coloquem-me numa estrada
sem muitas curvas
sinto náuseas só em pensar
em dar muitas voltas...

 



Escrito por Dyce às 12h21
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Homenagem ao Dia dos Professores - 15/10/2011 -

pela dedicação e ousadia desse profissional

que mesmo sem incentivo continua atuando na arte de ensinar.

Dyce-Poesias

 



Escrito por Dyce às 20h04
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"A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR"

                                              por Mário Quintana (1906 - 1994)

A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

 



Escrito por Dyce às 16h49
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A Carlos Drummond de Andrade

                      por João Cabral de Melo Neto


Não há guarda-chuva
contra o poema
subindo de regiões onde tudo é surpresa
como uma flor mesmo num canteiro.

Não há guarda-chuva
contra o amor
que mastiga e cospe como qualquer boca,
que tritura como um desastre.

Não há guarda-chuva
contra o tédio:
o tédio das quatro paredes, das quatro
estações, dos quatro pontos cardeais.

Não há guarda-chuva
contra o mundo
cada dia devorado nos jornais
sob as espécies de papel e tinta.

Não há guarda-chuva
contra o tempo,
rio fluindo sob a casa, correnteza
carregando os dias, os cabelos.

Fonte:  http://www.releituras.com/joaocabral_cdandrade.asp



Escrito por Dyce às 14h39
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Escrito por Dyce às 10h14
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Pendente

       por Valdyce Ribeiro

Uma cadeira
um vazio
uma lacuna na tarde

Se não há mais presença
que as horas caminhem livres
Quem se importa como andem?

O inesquecível não se esquece
com o passar dos dias, das horas...

Dyce-Poesias

 



Escrito por Dyce às 09h33
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Doce Vida

        por Valdyce Ribeiro

Vejo a vida
como quem vê a confeitaria.

Onde o Confeiteiro-Maior
produz com mãos macias
os sonhos nossos de cada dia!

 

 



Escrito por Dyce às 15h54
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, Portuguese, Spanish, Livros, Arte e cultura, *Autora de Livros de Poesias e Crônicas


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